7 de outubro de 2016

Decorar um ambiente pode ser especialmente difícil quando a metragem é enxuta. Descubra abaixo quais são as maiores armadilhas do décor:

1. Combinar tudo
Errado:
Deixar tudo em um ambiente com as mesmas cores, tecidos e texturas para a decoração parecer uma coisa só, homogênea e sem graça.
Como evitar: Misture estilos entre as almofadas e tecidos. Se você realmente for muito fã de uma decoração mais coordenada, escolha seguir uma linha nas paredes ou nos móveis, mas nunca nos dois ao mesmo tempo.

 

Gosta de cores escuras? Aposte em uma parede só! Quarto com papel de parede da Orlean. Cabeceira reformada pela Decoramarelo com couro da La Novitá. Roupa de cama da Trousseau e manta da Paola da Vinci.  Criados da Inovart e luminárias da Scandinavia Desi (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

Gosta de cores escuras? Aposte em uma parede só! Quarto com papel de parede da Orlean. Cabeceira reformada pela Decoramarelo com couro da La Novitá. Roupa de cama da Trousseau e manta da Paola da Vinci.  Criados da Inovart e luminárias da Scandinavia Designers. Suíte criada pelo arquiteto Diego Revollo (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

 

2. Papel de parede escuro
Errado:
O papel de parede em tons escuros acabam absorvendo a luz, o que faz com que o ambiente pareça menor do que realmente é.
Como evitar: Use cores claras e suaves, que fazem o ambiente parecer mais aberto e arejado. Se fizer questão dos tons escuros, eleja apenas uma parede para usar.

Em um ambiente pequeno, deixar os móveis um pouco afastados da parede faz toda a diferença. Projeto do escritório Mandril Arquitetura, dos sócios Helena Kallas e Bruno Reis. Sofá da Dpot e mesas laterais Drops, da Fernando Jaeger Atelier, com abajur Moran (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

Em um ambiente pequeno, deixar os móveis um pouco afastados da parede faz toda a diferença. Projeto do escritório Mandril Arquitetura, dos sócios Helena Kallas e Bruno Reis. Sofá da Dpot e mesas laterais Drops, da Fernando Jaeger Atelier, com abajur Morandi, da Cristiana Bertolucci Estúdio (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

 

3. Móveis desgrudados da parede
Errado:
Empurrar todos os móveis contra as paredes faz com que o seu ambiente pareça estar no limite máximo de espaço.
Como evitar: Desgrude tudo da parede, mesmo que por alguns centímetros, pois isso trará uma sensação de profundidade para o cômodo.

Na mesa de centro da designer de interiores Daniela Berlando, suas peças de afeto são exibidas com orgulho. Da Dpot, sofá com almofadas da Empório Beraldin e poltronas Mole, de Sergio Rodrigues. Sobre a mesa lateral, luminária de cobre assinada por Michel (Foto: Marco Antonio/Editora Globo)

Na mesa de centro da designer de interiores Daniela Berlando, suas peças de afeto são exibidas com orgulho. Da Dpot, sofá com almofadas da Empório Beraldin e poltronas Mole, de Sergio Rodrigues. Sobre a mesa lateral, luminária de cobre assinada por Michel Anastassiades e vaso da Rosenthal. Obras de artede Bruno Brito e Ana Maria Amaral, da Galeria Sancovsky. Bandeja de madeira da LS Selection (Foto: Marco Antonio/Editora Globo)

 

4. Excesso de miudezas
Errado:
 Até os ambientes mais espaçosos podem parecer menores se você encher cada superfície dos móveis com muitas peças decorativas.
Como evitar: Escolha uma bancada especialmente para exibir os seus pequenos itens decorativos e troque-os regularmente, assim, você não preenche a casa com tantas peças e, de quebra, ainda terá um cantinho renovado de tempos em tempos.

 

Cortina do teto ao chão para criar uma sensação de pé-direito alto! Projeto do Estúdio Penha, com sala de jantar e cozinha separadas por uma porta de correr metálica, executada pela Serralheria Artística GMaio. A mesa de jantar, de jacarandá com pés palit (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

Cortina do teto ao chão para criar uma sensação de pé-direito alto! Projeto do Estúdio Penha, com sala de jantar e cozinha separadas por uma porta de correr metálica, executada pela Serralheria Artística GMaio. A mesa de jantar, de jacarandá com pés palito, foi desenhada pelo Estúdio Penha e executada pela Maria Jovem. Luminária Birdie, de Ingo Maurer para a FAS (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

 

5. Usar cortinas curtas
Errado:
Quando a cortina não chega até o chão, a impressão que se cria é de um pé-direito baixo.
Como evitar: A altura deve ser do chão ao teto. Além de melhorar o acabamento, essa solução amplia o pé-direito. Melhor ainda acrescentar 20 cm a cada lateral.

A cadeira Paulistano, da Futon Company, deixa o quarto mais aconchegante e é um ótimo lugar para uma leitura. Projeto do escritório dt.estúdio, que desenhou a cabeceira da cama, com roupas da Casa Almeida. Tapete da Oppa e cortina rolô de linho produzida  (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

A cadeira Paulistano, da Futon Company, deixa o quarto mais aconchegante e é um ótimo lugar para uma leitura. Projeto do escritório dt.estúdio, que desenhou a cabeceira da cama, com roupas da Casa Almeida. Tapete da Oppa e cortina rolô de linho produzida por Moreno Móveis (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

 

6. Móveis demais
Errado:
Muitos móveis em um ambiente só tornarão o seu espaço limitado e abarrotado.
Como evitar: Distribua as peças pela casa como, por exemplo, levando uma cadeira para o quarto, criando assim uma área de leitura. Certifique-se de que nenhuma janela está bloqueada, pois conectar a área interna com a externa criará a ilusão de um ambiente mais profundo e espaçoso.

 No apartamento da designer de interiores Melina Romano e do seu marido Victor, a sala de tv ganhou diversos tipos de iluminação. Painel de carvalho, que camufla a porta que leva à área íntima e ajuda a aquecer o ambiente, rack com acabamento de laca na c (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

No apartamento da designer de interiores Melina Romano e do seu marido Victor, a sala de tv ganhou diversos tipos de iluminação. Painel de carvalho, que camufla a porta que leva à área íntima e ajuda a aquecer o ambiente, rack com acabamento de laca na cor K130, da Sayerlack. Poltronas Lisboa, da designer Amélia Tarozzo. Abajur da Etna (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

 

7. Iluminação ruim
Errado:
Muitos cômodos possuem apenas um tipo de fonte de iluminação, bem no centro do ambiente, o que faz o espaço parecer menor.
Como evitar: Escolha dois ou três tipos de luminárias e distribua pelo espaço. A luz irá rebater nas paredes e clarear até os cantinhos mais escuros. Se você não tem espaço para tanto, aposte nos espelhos, que refletem a luz natural pelo ambiente

Fonte: Casa e Jardim

23 de setembro de 2016

O sofá é o protagonista de todas as salas. Seu uso vai além de receber uma visita. Algumas pessoas passam tantas horas no sofá quanto em outros cômodos e móveis, e ele agrega a hora do filme, o conforto de um fim de tarde, uma boa conversa na sala de estar, entre tantas outras situações da nossa vida cotidiana. Por isso, na hora de escolher o melhor sofá, é preciso reconhecer que uma estratégia para comprar o móvel certo é necessária. Sofás não são baratos e seu uso é infinitamente importante em uma casa.

1. Pense bem no uso do mobiliário
Cada cômodo tem uma função específica, assim como cada tipo de sofá. Sofá para sala de TV ou de home theater deve ter espuma mais mole devido ao conforto que proporciona a quem vai passar períodos longos assistindo a filmes e programas. Na sala de estar, pode ser mais dura apenas para sentar e receber as pessoas. Veja qual o cômodo onde ele ficará.

2. O sofá determina o tapete
Se o sofá for escuro, o chão deverá receber uma peça clara. Caso seja estampado, o tapete deverá ser mais neutro, e assim por diante. O importante é que o tapete e o sofá “não briguem” entre si na hora da composição dos dois.

Sofá de cor forte pede um tapete mais neutro / Foto: Home Decor/Divulgação

Sofá de cor forte pede um tapete mais neutro / Foto: Home Decor/Divulgação

3. Sofá escuro para quem tem bichos ou crianças

A dica para casas com crianças e animais de estimação é sofá escuro, que disfarça melhor possíveis sujeiras e bagunças causadas pelos pequenos, o que é perfeitamente normal. Mas nesse caso, a decoração do restante do ambiente deve priorizar tons claros, evitando ar pesado e aspecto de que o espaço é menor.

4. Veja bem o espaço de circulação
O tamanho da sala dita o do sofá. É importante que haja, no mínimo, 70 cm de espaço para circulação em volta do móvel. Caso o ambiente seja pequeno e possa receber apenas uma peça de dois lugares, a sugestão é apostar em pufes como mesa de centro, por exemplo. Além disso os sofás podem ser utilizados para dividir o ambiente. Os arquitetos indicam dispor um aparador atrás deles.

5. Sofá neutro é uma escolha inteligente

É mais econômico investir em detalhes coloridos do que em um sofá chamativo. Se enjoar, basta comprar mantas e almofadas diferentes, o que sai bem mais barato que um móvel novo. As mantas são ótimas opções para complementar o visual. Se a decoração é mais clássica, coloque uma bem dobrada sobre o sofá. Ambientes despojados pedem uma disposição mais “desarrumada”.

Sofá escuro mostra menos sujeiras eventuais / Foto: Mobly/DivulgaçãoSofá escuro mostra menos sujeiras eventuais / Foto: Mobly/Divulgação

Sofá escuro mostra menos sujeiras eventuais / Foto: Mobly/DivulgaçãoSofá escuro mostra menos sujeiras eventuais / Foto: Mobly/Divulgação

6. Priorize conforto
Existe um truque para saber se o sofá é confortável especificamente para você. Sente-se nele com as pernas cruzadas uma sobre a outra, da mesma forma que você fazia quando era criança e sentava no chão. Se você couber no assento sem que seus joelhos fiquem para fora, a peça passou no teste. Sobre a espuma, as densidades do assento, dos braços e dos encostos devem ser diferentes, pois as fadigas não são iguais. O vendedor da loja deverá informar isso, e se ele não souber, procure outra loja.

Conforto do sofá é o mais importante / Foto: Revista Decor/DivulgaçãoConforto do sofá é o mais importante / Foto: Revista Decor/Divulgação

Conforto do sofá é o mais importante / Foto: Revista Decor/DivulgaçãoConforto do sofá é o mais importante / Foto: Revista Decor/Divulgação

7. Fuja dos sofás-cama
Por não serem muito bonitos e confortáveis, os sofás-camas ficam restritos aos quartos de hóspede. Podem economizar espaço no quarto de hóspedes, mas não compensa ter um sofá-cama na sala para ser utilizado como uma peça normal. Além disso, seu valor costuma ser mais caro.

Fonte: MidiaMax